Mãos à obra

wecanAí eu fui numa palestra sobre divulgação no facebook para artistas com o Juliano Kimura. E depois, em outra da Amazon KDP (Kindle Direct Publishing). E aí me convenci: não há milagres.

Ou você já é famoso por qualquer outro motivo que não a literatura – astro de novela, vencedor do BBB, jogador de futebol, guia espiritual – ou é praticamente impossível ser publicado (a não ser que você faça todo o investimento correndo o provável risco de ter seus livros empacados em caixas em casa). Ok, ok. Há outras opções: ser apadrinhado por alguém muito famoso, escrever livros de auto ajuda com apelo muito forte ou ser realmente o próximo Tolstói.

Não faço parte de nenhuma das categorias acima.

Opções: ganhar concursos ou editais (as chances são mínimas) ou fazer auto publicação em plataformas digitais.

Plataforma digital?! Que ótima ideia! Que simples! É só fazer upload, fixar o preço, pedir para os amigos comprarem e voilá… ficar frustrado pra caramba. Gente, tem milhões de pessoas autopublicando no Kindle, Kobo, Saraiva ou mesmo nas plataformas de leitura gratuita como o Wattpad. Sua história vai se perder no meio de tantas outras até nem você conseguir mais encontra-la.

Aí vem o trabalho proposto na palestra do Juliano e da Amazon: divulgação nas redes. – No facebook? – você perguntaria. E eles responderiam -Em todas! – Com mais um twist: você precisa, também, publicar alguns trabalhos de forma gratuita (wattpad, blog ou outro).

A ideia aqui é começar formando uma base de leitores. Pessoas que gostam de ler seus textos de forma gratuita, e talvez até recomendar, ao mesmo tempo em que monta uma base de comunicação com potenciais fãs.

tag redes sociaisMais uma vez: não pode ser só no Facebook? Talvez você seja uma mega ninja de engajamento no Facebook, mas eu resolvi seguir a lógica da diversificação. Então, aqui vai a estratégia que estou pensando em seguir (e já pondo em prática em parte). Aceito sugestões, dicas e comentários:

Wattpad: onde tudo começou. Vou elaborar e publicar alguns contos soltos e estou compondo uns livros de contos temáticos. Esses textos divulgo na própria plataforma para os poucos seguidores que tenho e, a partir de agora, começarei a divulgar na rede. Na versão pra celular tem uma ferramenta bacana de postar citações e assim divulgar seu trabalho. Estou preparando a publicação do meu primeiro romance na plataforma. Ainda definindo estratégia. Depois conto como foi.

Blog: este que vos fala. Além dos meus textos, vou usar essa seção autobiográfica para tentar me relacionar com os leitores. Ups, com vocês.

Facebook: serve perfil? Talvez. Não sei. Eu vinha me comunicando no perfil, mas já criei minha página (clica aí em Facebook). Vantagens: assim, sem pensar muito, me vem à cabeça que dá para impulsionar posts e as pessoas te levam mais a sério. Outras? Vou descobrir e depois conto. Tudo o que posto na página, compartilho no meu perfil e em grupos temáticos.

Twitter: Não acredito muito na ferramenta, mas vamos que vamos. Talvez esteja enganada. Estratégia simples: compartilhar das outras plataformas.

Instagram: AAAAHHH! É uma rede de imagens e não de texto. De qualquer maneira, eu estava tentando começar a seguir um conceito do tipo “esse cara parece personagem do conto tal, olha que cenário bacana para uma história de mistério e olha eu escrevendo, eu lendo, eu pensando…), quando meu Insta foi Hackeado. Sério. Por uma russa profissional do sexo… Afeee! Acabei de retomar e estou estudando a estratégia. Retomo o assunto em breve.

Pinterest: na mesma onda do Instagram, boards de cenários, personagens, plots e as minhas histórias.

Snapchat: ‘tô fora. Pelo menos por enquanto (alguém acha que vale muuuuuito a pena?)

Linkedin: uso o linkedin para conexões relacionadas à minha vida profissional, até agora na área de marketing e comunicação. Vou usar a plataforma justamente para divulgar com mais força esses textos sobre a carreira literária e meu blog publica automaticamente todos os posts na nesse rede.

Spotify: podia tentar, né? Playlist para ler o livro x ou o conto y. Por enquanto, quem quiser me acompanhar, tenho um gosto bem eclético, é só me procurar (Renata Schermann)

Goodreads: incrível pensar que alguém pode querer saber o que eu li, estou lendo ou quero ler. Mas enfim… está no widget aí do lado (ou embaixo).

Youtube: plano de futuro – contação de história, das minhas, em formato vídeo. Quem sabe?

Outros? Vamos ver o que vai acontecer com o Hello, mas acho que por enquanto ja basta.

E aí? Vai me seguir em alguma rede? Qual estratégia você utiliza ou utilizaria?

 

 

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2 comentários sobre “Mãos à obra

  1. Sofia Vieira Lopes

    Re, gosto da ideia da banda sonora para leitura de cada história! Já tinha pensado nisso há imenso tempo e tenho na minha cabeça sempre uma banda sonora para cada livro que leio… Quando oiço a música, passam as “imagens” do livro na minha cabeça! Óptima ideia!

    Curtido por 1 pessoa

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